domingo, 15 de maio de 2011

Joaquim Isidro Conceição Rosa (Pinto)

Hoje faria anos o Pinto. Aqui fica uma homenagem com excertos de um filme feito pelo Adolfo com gravações dele e do Costa.


6 comentários:

  1. É com saudade que o lembro e com alguma emoção que ouço a minha Charola Flor de Liz em tempos que não pude viver, mas que da mesma maneira muito me honram e homens com a sensibilidade e a sabedoria do Pinto serão sempre o grande exemplo de que devemos nunca esquecer.
    Parabéns Sérgio, por para isso, contribuires!

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  3. SAUDADE...SAUDADE...SAUDADE ...SAM.
    Era assim que tu cumprimentavas o teu amigo "José Domingos Garrochinho" , possivelmente já se encontraram.
    Rezo para que estejam em PAZ!

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  4. Um HOMEM ímpar, com qualidades que dificilmente se reúnem numa só pessoa.Tive o prazer de ter sido um dos seus muitos amigos.Hoje mantenho a sua amizade guardada para sempre,sabendo que o HOMEM não existe mais, mas a sua imagem e seus ideais jamais se apagarão.

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  5. J oaquim Isidro da Conceição Rosa,
    O “Pinto”, como por nós era conhecido,
    A qui nasceu, em Santa Bárbara ditosa,
    Q ue ele tanto amou, qual filho querido.
    U mbilicalmente preso à terra, cresce
    I luminando, sorridente, divertido,
    M uito do que é Santa Bárbara de Nexe.

    I mpressionante a sua poesia,
    S impática, directa... Como a fazia
    I nteligente, carregada de humor,
    D irigida de modo individual,
    R ealçando várias virtudes, em geral,
    O u falando, tão subtilmente, no amor...

    D ezoito anos de vida, “Pinto”, tu deste,
    A ssim, à tua adorada freguesia;

    C ontinuamente, o teu trabalho fizeste
    O ferecendo-te, sempre, em qualquer dia.
    N inguém te ouvia dizer, nunca, que não...
    C om solidariedade te empenhaste
    E m prol de toda a nossa população,
    I ncansavelmente tanto a ajudaste.
    C ontigo, todos nós podíamos contar...
    A tenciosamente, a todos escutaste,
    O uvindo, também, quem só vinha protestar.

    R ecordo, amigo, o teu longo percurso,
    O s tão diferentes quadros de tua vida.
    S apiente, tu obtiveste o teu curso
    A í, na Universidade mais sabida.

    P oeta foste, de primeira qualidade...
    I mprovisador, como tu, não vi igual,
    N as desgarradas, cantando em amizade,
    T ão pouco nas charolas, versando à-vontade,
    O nde teu improviso não tinha rival.

    O lho para o passado... Vejo, então,
    B elas actuações em noites teatrais,
    R écitas que te davam muita diversão,
    I mpunhas-te com teus modos tão naturais.
    G anhaste, também, com sacrifício e dor,
    A linda boina verde de pára-quedista,
    D o alto dos céus saltaste e, com fulgor,
    O rgulhoso, recebeste tua conquista.

    P ertencias a várias Associações:
    E ras da Nexense, Falfosa e Bordeira,
    L embro a Barronexe, Pátia e Gorjões,
    O utrora, fundaste, também, a Charoleira.

    Q uero eu, no entanto, aqui realçar
    U m acontecimento tão particular
    E que, para mim, foi muito especial:

    N o mês de Novembro, de setenta e dois,
    O uviu-nos o “Pinto” ensaiar e, depois,
    S abedor, fez sair a Flor Oriental.

    E le, todos nós sabemos, já antes fez
    N ascer a sua tão querida Flor de Liz;
    S eria ele quem, pela primeira vez
    I mprovisando, cantava com tal cariz,
    N esta Santa Bárbara que o viu crescer.
    A poiou, ainda, a Flor da Mocidade,
    S egunda charola cá a aparecer.
    T ambém à Nova Flor ajudou a nascer...
    E nsinou-nos, a todos, na realidade.

    A inda connosco, amigo, tu fundaste
    M ais uma charola, mesmo que transitória:
    I mpulsor, na Charola da Malta cantaste.
    G ravado estás, “Pinto” , na nossa memória.
    O brigado pelo que tu nos ensinaste.

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  6. Sempre alegre e contente
    Sempre pronto a ajudar
    Preocupado com toda a gente
    como nos foste deixar!?

    Da tua sobrinha Patricia Rosa

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